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ele faz deboche sobre as vaias que recebeu...que tem recebido e vai continuar recebendo....
deveria pensar mais sobre os motivos dessa reprovacao.....
aqui o discurso de Milton Zuanassi no senado quando foi indicado para o cargo, ele dizia para que veio, e os senadores aprovaram:
O SR. PRESIDENTE (Heráclito Fortes. PFL – PI) – Com a palavra o Dr. Milton Sérgio Zuanazzi.
O SR. MILTON SÉRGIO ZUANAZZI –
Sr. Senador Heráclito Fortes, Senador Alberto Silva, Ministro Walfrido dos Mares Guia, Ministro do Turismo e nosso líder, Srªs e Srs. Senadores, estou há mais ou menos 11 anos militando no turismo e tive a honra, nos últimos três anos, de estar sob a liderança do Ministro Walfrido. Em três anos, conquistamos números expressivos para o Brasil e para o turismo brasileiro, entre eles o de estarmos, possivelmente, disputando neste ano de 2005 os três primeiros lugares na pauta de exportações brasileiras, onde o turismo só vai perder, se perder, para a soja e para o minério de ferro, dois produtos em que o Brasil é campeão mundial de exportação, e, no turismo, o Brasil ainda está na 30ª ou 29ª posição. Portanto, são números que mostram a importância do nosso setor no mundo e o quanto a questão do transporte aéreo é significativa e importante para o setor de turismo.
A iniciativa do Ministro Walfrido, ao me convidar e, a partir daí, iniciar o processo de indicação do meu nome, e o apoio, Srs. Senadores, de praticamente todo o trade turístico brasileiro, muitos deles representados aqui nesta sala, foram mais de 20 entidades do trade turístico que remeteram ofícios, cartas ao Presidente da República referendando a indicação do nosso nome. Imagino que todo esse esforço sob a liderança do Ministro Walfrido, a importância que está sendo dada ao turismo neste momento e o envolvimento do nosso trade como um todo, trouxeram o meu nome até esta sala e até esta Comissão.
Entendo que estamos aqui tratando de uma Agência Nacional de Aviação Civil, portanto, de uma agência de aviões que deve transportar civis. O problema do setor aéreo brasileiro, Senador Heráclito, é fácil de resumir: aviões que devem voar de preferência cheios. Quando resolvermos o problema dos aviões não cheios, estará resolvido todo o problema da aviação nacional. E penso que a tarefa do turismo, em primeiríssimo lugar, aliás, a tarefa de o avião voar, o DAC vem cumprindo – deixo este depoimento – de forma brilhante em mais de 70 anos de serviços prestados à aviação brasileira. Mas encher os aviões é uma tarefa sobre a qual a ANAC terá de se debruçar. E tenho certeza de que ela atravessa, perpassa a indicação do meu nome a esta Comissão.
Nós, definitivamente, no Brasil precisamos trabalhar juntos, e a Agência terá esse grande papel de regulador e de articulador desse processo que vai envolver esse conjunto da nossa cadeia produtiva, mas também os parceiros que vão nos ajudar a encher e lotar os aviões, que vão estar preocupados em gerar a demanda, em fazer uma oferta de qualidade, com segurança, como já estamos fazendo.
Imagino, com isso, e desejo – falo de forma breve, mas, porém, a mais profunda que podia encontrar – juntamente com meus colegas, os quais cumprimento, os outros três, realizar na direção da Agência Nacional de Aviação Civil brasileira.
Muito obrigado.
hoje ele declara O GLOBO sobre possivel pedido de demissão
"Covardia com o povo brasileiro porque nós, mais do que ninguém, somos sabedores das soluções que podemos ter para o problema aéreo e também por estarmos entregando a alguém que não tenha essas soluções. É um ato de covardia com a gente mesmo. Eu não sou covarde comigo e não serei com o povo brasileiro. Não sou apegado a cargos, e o que me mantém na Anac não é esse apego, mas a responsabilidade. Seria irresponsabilidade eu simplesmente virar as costas e ir embora, na hora em que o país mais precisa de mim e do nosso trabalho", disse o presidente da Anac
mas é um cara de pau esse rapaz A diretora de engenharia da Infraero, Eleuza Lores, está com mandato vencido. Ela é ligada ao PT e também ao presidente do PMDB, deputado federal Michel Temer (SP).
Responsável pelas obras da Infraero, incluindo a reforma no aeroporto de Congonhas, ela estava de férias quando ocorreu o acidente da TAM, em 17 de julho, e não interrompeu o descanso mesmo após a tragédia.
Até hoje, dez dias depois do acidente, Eleuza não se manifestou sobre a obra na pista de Congonhas que autorizou. A Folha já procurou Eleuza várias vezes depois do acidente, mas ela informou que não falaria porque está de férias
Alheio ao protesto, Lula lança PAC para estado
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Alheio ao protesto que ocorria no hall de entrada do Centro de Convenções de Natal e sob fortes aplausos das caravanas organizadas pelas prefeituras de Parnamirim e de Mossoró, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta o PAC para o Rio Grande do Norte para obras de saneamento básico e urbanização de favelas. A governadora Wilma de Faria (PSB) e os prefeitos que assinaram convênios com o governo federal, de Parnamirim, Agnelo Alves (sem partido), de Natal, Carlos Eduardo Alves (PSB) e de Mossoró, Fafá Rosado, enalteceram ações de seus mandatos e agradeceram a parceria. O presidente Lula esteve em Natal acompanhado da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e do ministro das Cidades, Márcio Fortes.
Antes de iniciar seu discurso, o presidente Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem à família potiguar que morreu no acidente da TAM, em São Paulo, e ao deputado federal Nélio Dias, falecido na semana passada. O presidente Lula disse que o governo, com o PAC, não repetirá o ``equívoco'' de gestões passadas de fazer festas ``pomposas'' para lançamento de projetos e depois não liberar os recursos. Além das obras de saneamento e habitação, Lula falou ainda sobre a Transposição do Rio São Francisco. ``Eu não acho que o rio São Francisco tenha um dono. É um rio nacional e riqueza de 190 milhões de brasileiros. E, por isso, nós precisamos levar água para aqueles que não têm e pedir a compreensão. Para que esse país seja mais justo'', disse o presidente.
Duas passagens da fala presidente chamaram a atenção dos presentes, arrancando até gargalhadas. Primeiro, Lula ressaltou a importância de obras de saneamento que não aparecem e ficam sob a terra. ``O prefeito de Parnamirim disse bem. Nem todo mundo gosta de fazer obra que enterra o dinheiro debaixo da terra. É uma cultura. É muito melhor fazer uma ponte, um viaduto. Uma coisa que fica visível. Aí você escolhe logo o nome de um parente e coloca um nome. Ponte Lula. Ponte, sabe, Wilma. Ponte Dilma. Ou seja, é um pouco da pequenez política'', disse o presidente. Não sabe ou não lembra Lula que uma das principais obras do governo Wilma é a Ponte de Todos Newton Navarro. Depois, fazendo referência ao petróleo extraído em território norte-rio-grandense, o presidente afirmou que seria descoberto ainda mais óleo e que a governadora passaria a ser chamada de ``sheica Wilma''. | veja aqui a reconstituiçao do maior acidente aéreo no Brasil feito por um
jornal espanhol- ELPAIS
O presidente em seu reduto
Às 20h30 de 17 de julho de 1996, um Jumbo da TWA explodiu sobre o Atlântico minutos depois de levantar vôo de Nova York. Todos os 212 passageiros e 18 tripulantes morreram. Nas caóticas horas que se seguiram, as famílias das vítimas que convergiram para o Aeroporto Kennedy reagiam com ira e desespero à falta de notícias sobre a tragédia. Levadas para um salão, viram a porta abrir-se para o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. O que se passou em seguida foi um dos momentos mais fortes dos seus oito anos na Casa Branca. Desacompanhado, ele foi de grupo em grupo, abraçando e confortando as pessoas em voz baixa. Ouviu protestos, cobranças, desabafos. Quando enfim se retirou, o ambiente era apenas de quieta resignação.
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Hoje, o quase emudecido Lula volta à vida normal - à sua maneira, bem entendido. Viaja à noite para o Nordeste, seu reduto por excelência, para um giro por Aracaju, João Pessoa, Natal e Teresina. À época do escândalo do mensalão, o Nordeste era o pouso preferido do presidente. O pretexto, desta vez, é o lançamento de projetos do PAC, o que rende a discurseira para platéias prontas a aplaudir seja lá o que lhes diga o seu ídolo, embora, pelo retrospecto, isso não garanta futuras realizações práticas. O lançamento do PAC na Região Sul, com a presença de Lula nos três Estados da região, estava previsto para a semana passada. Compreensivelmente, foi adiado em razão do desastre da TAM - mas compreensivelmente apenas à luz do seu oportunismo - para depois de 10 de agosto, no regresso de uma viagem ao exterior
retirei daqui
“a gente faz quando pode, e se não pode deixa como está para ver como é que fica”,
palavras do Sr LULA
O prefeito César Maia divulgou ontem em seu ex-blog a seguinte nota:
""Transcrevo - mudando os termos para evitar identificação - informação recebida de um alto dirigente da TAM:
* Sobre a informação de um diretor da TAM acerca de um dos reversos da turbina, que foi divulgada pelo Jornal Nacional da TV Globo e que tanta polêmica gerou dando uma justificativa ao governo, posso afirmar -pois sou testemunha- que um alto personagem do governo contatou a alta direção da empresa (TAM) dizendo que ou eles davam uma boa saída ao governo, ou ele (alto personagem), garantia que baixada a poeira, o governo iria quebrar a TAM.
Foi um problema, pois admitir qualquer coisa dessas seria assumir o seguro dos passageiros sem seguradora, o que levaria a uma grave situação financeira. A saída encontrada foi dar uma explicação que do ponto de vista técnico e do mercado segurador, não muda nada. O governo com isso teria garantida uma saída "honrosa" e a TAM ficaria coberta, pois o não uso eventual de um dos reversos é fato regular".
caso essa informção seja verdade, o crime é maior que achamos, esse governo de fato é CRIMINOSO com nós pobres brasileiros...
e pensar que nós nordestinos contribuimos para esse Sr continuar permanecer governando, fico constrangida. quer comprar camiseta?
EU VAIEI O LULA NO PAN !!!
A administradora de empresas gaúcha Adi Maria Vasconcellos Soares, de 58 anos, mãe de Luís Fernando Zacchini, de 41 anos, um dos mortos na tragédia de Congonhas, remeteu a Lula uma carta emocionada com data de 21 de julho que começa assim: "Aos governantes e à família brasileira. Perdi meu único filho.”
Seguem trechos da carta:
* “Ninguém, a não ser outra mãe que tenha passado por semelhante tragédia, pode ter experimentado dor maior”
* “Um governo alheio a vaias é responsável pelo desmonte de uma das mais respeitáveis e confiáveis empresas áreas do mundo, a Varig, em benefício da TAM”
* “Assessores do presidente deste país eximem-se da responsabilidade e do compromisso com a segurança de nosso povo exibindo gestos pornográficos”
* “Ao invés de se arrependerem de uma conduta chula, incompatível com a dignidade de um povo doce e amável como o brasileiro, ainda alardeiam indignação, único sentimento ao alcance dos indignos”
* “Aqueles que deveriam comandar a responsabilidade pelo tráfego aéreo no Brasil nada fazem exceto conchavos”
* “Não pensei que teria de passar por mais um insulto: ouvir a falsidade de um presidente, sob a forma de ensaiadas e demagógicas palavras de conforto (…) Que soaram tão falsas quanto a forçada e patética tentativa que demonstrou ao simular uma lágrima”.
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| Gabriel Corrêa Pedrosa, 26
| Empresário de Manaus, dono da franquia Habibs. Tinha ido a Porto Alegre para participar de um curso com franqueados.
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| Gilmar Tenório Rocha, 48
| O empresário pernambucano era dono da construtora GC Tenório.
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| Gottfried Tagloehner
| Funcionário da Puma, era austríaco.
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| Guilherme Duque Estrada de Moraes, 64
| Era vice-presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
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| Guilherme Pereira, 38
| Casado, pai de três filhos, viajou para Porto Alegre a negócios.
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| Gustavo Martins, 30
| Gerente de desenvolvimento de mercado da Celulose IRANI S/A, foi ao RS a trabalho.
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| Helen de Cassia Zerillo
| Trabalhava no Unibanco, em São Paulo.
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| Heloiza Helena Lopes, 53
| A empresária de Porto Alegre havia se mudado para São Paulo há dois anos. Viajou para o aniversário de sua mãe. Deixa duas filhas, uma de 25 e uma de 30 anos.
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| Heurico Tomita
| Um dos membros mais atuantes da comunidade japonesa de Maringá (PR), era casado e tinha dois filhos. Estava em Porto Alegre a negócios.
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| Ines Maria Kleinowski, 49
| Educadora social, fazia parte de uma ONG de Porto Alegre.
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| Ivalino Bonato, 54
| Gerente financeiro da Cooperativa Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves (RS).
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| Ivanaldo Arruda da Cunha
| Proprietário de postos de combustível em Natal, estava na aeronave junto com a esposa Zenilda Otília dos Santos e os filhos Caio Felipe, 13 anos, e Ana Carolina Santos, 9 anos. Cunha mantinha negócios no RN e em SP.
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| Jamile Ponce de Leão, 21
| Empresária de Manaus, estava com o filho Levy Ponce de Leão, de 1 anos e 8 meses. O empresário Ildercley Ponce de Leão, marido de Jamile e pai de Levy, estava com os dois em Porto Alegre e sobreviveu por ter embarcado para São Paulo em outro vôo, da Gol.
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| Janus Lucas Leite Silva, 26
| Era funcionário da empresa Petroquímica Brasileira Braskem, empresa localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari, e viajava a trabalho.
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| Jaqueline Dias, 41
| Estava indo para São Paulo para se encontrar com o marido. Deixou a filha Marina, de 22 anos.
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| João Roberto Brito
| Diretor geral do SBT no Rio Grande do Sul.
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| João Caltabiano, 40
| Tinha sociedade, ao lado do irmão, Pedro, que também estava no vôo, nas concessionárias Caltabiano, em São Paulo. Viajavam com o diretor Ciro Numada.
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| João Valmir
| Era funcionário da uma loja de móveis e eletrodomésticos.
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| José A. Flores Amaral, 63
| Diretor-presidente da Carroll's Foods do Brasil, viajava para São Paulo para encontrar mulher e filho. Morava em Campo Grande (MS).
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| José Carlos de Oliveira
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| José Carlos Pinheiro Pierucetti
| Integrante da equipe de desenvolvimento de mercado da Braskem em São Paulo, era casado com a dentista capixaba Dirlene de Oliveira Reis.
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| José Lima Luz, 60
| Natural de Cruz Alta (RS), morava há oito anos em Londrina. Não tinha filhos.
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| José Pinto, 53
| Gaúcho de São Gabriel, era gerente comercial do SBT no Sul. Era casado e tinha três filhos.
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| Julia Camargo, 79
| Era presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio Grande do Sul. Deixou um filho, casal de netos e uma bisneta.
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| Julia Elizabete Gomes, 10
| Moradora de São José do Rio Preto, viajava com a avó Maria Elizabeth Caballero, 65, e a irmã, Maria Isabel Gomes, 14. Tinha passado as férias em Portoa Alegre.
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| Julio Cesar Redecker, 51
| O deputado (PSDB-RS), líder da minoria na Câmara, pegaria outro vôo em São Paulo para uma viagem aos EUA, onde faria reuniões com parlamentares norte-americanos.
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|
| Katia Escobar
| Era assessora de imprensa do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Rio Grande do Sul. Acompanha o grupo das "velhinhas do tricô".
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| Katiane Lima, 32
| Funcionária de uma empresa de Porto Alegre, viajava a negócios.
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|
| Larissa Ferraz, 13
| Viajava com os pais Ricardo Almeida e Elenize da Silva Ferraz e o irmão Bruno Ricardo Almeida Ferraz.
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| Leila Maria Oliveira dos Santos, 35
| Estudante de pedagogia, nasceu em Santa Maria, onde trabalhava como voluntária em uma ONG.
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| Levy Ponce Leão, 1 anos e 8 meses
| Filho de Jamile Ponce Leão, empresária de 21 anos.
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| Lina Barbosa Cassol, 28
| Médica oncologista, foipremiada pela American Society of Clinical Oncology, de Chicago, pela tese de mestrado desenvolvida na UFRGS.
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| Lisiane Schubert
| Viajava a São Paulo com o marido Sandro Schubert. O casal era de Ijuí (RS) e deixa um filho de 5 anos.
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| Lucas Palomino Mattedi, 24
| Fã de futebol, namorava com Paula Xavier, que também estava no avião. Os dois foram passar uma semana de férias em Gramado.
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| Luciana Siqueira Lana Angelis
| Moradora de São Paulo, trabalhava para Aymoré Financiamentos.
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|
| Luis Schneider
| Viajou para Porto Alegre para vistoriar uma obra. Era gerente de tecnologia e morava em São Paulo.
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| Luiz Baruffaldi, 54
| Casado e pai de três filhos, era gerente de serviços financeiros no Grupo Gerdau, onde trabalhava desde julho de 1975.
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| Luiz Luz, 43
| Era pastor evangélico da Assembléia de Deus, em Ivoti. Viajava para Minas Gerais, para participar de um congresso. Casado, tinha dois filhos.
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| Luiz Zacchini, 41
| Diretor de divulgação e imprensa do Sindicato dos Técnicos Científicos do Rio Grande do Sul (Sintergs).
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| Marcelo Marthe, 32
| Era coordenador de negócios da área de tintas automotivas de uma empresa em Ribeirão Preto. Estava em Porto Alegre a negócios.
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| Marcelo Palmieri
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| Marcelo Pedreira, 40
| Funcionário da Siemens em São Paulo, foi a Porto Alegre a trabalho. Deixa mulher e dois filhos.
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| Marcelo Stelzer, 39
| Seu vôo estava marcado para mais tarde, às 19h30, mas como chegou cedo no aeroporto acabou conseguindo vaga no vôo 3054.
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| Marcio Alexandre de Moraes
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| Gabriel Corrêa Pedrosa, 26
| Empresário de Manaus, dono da franquia Habibs. Tinha ido a Porto Alegre para participar de um curso com franqueados.
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| Gilmar Tenório Rocha, 48
| O empresário pernambucano era dono da construtora GC Tenório.
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| Gottfried Tagloehner
| Funcionário da Puma, era austríaco.
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| Guilherme Duque Estrada de Moraes, 64
| Era vice-presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
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| Guilherme Pereira, 38
| Casado, pai de três filhos, viajou para Porto Alegre a negócios.
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| Gustavo Martins, 30
| Gerente de desenvolvimento de mercado da Celulose IRANI S/A, foi ao RS a trabalho.
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| Helen de Cassia Zerillo
| Trabalhava no Unibanco, em São Paulo.
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| Heloiza Helena Lopes, 53
| A empresária de Porto Alegre havia se mudado para São Paulo há dois anos. Viajou para o aniversário de sua mãe. Deixa duas filhas, uma de 25 e uma de 30 anos.
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| Heurico Tomita
| Um dos membros mais atuantes da comunidade japonesa de Maringá (PR), era casado e tinha dois filhos. Estava em Porto Alegre a negócios.
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| Ines Maria Kleinowski, 49
| Educadora social, fazia parte de uma ONG de Porto Alegre.
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| Ivalino Bonato, 54
| Gerente financeiro da Cooperativa Vinícola Aurora, de Bento Gonçalves (RS).
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| Ivanaldo Arruda da Cunha
| Proprietário de postos de combustível em Natal, estava na aeronave junto com a esposa Zenilda Otília dos Santos e os filhos Caio Felipe, 13 anos, e Ana Carolina Santos, 9 anos. Cunha mantinha negócios no RN e em SP.
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| Jamile Ponce de Leão, 21
| Empresária de Manaus, estava com o filho Levy Ponce de Leão, de 1 anos e 8 meses. O empresário Ildercley Ponce de Leão, marido de Jamile e pai de Levy, estava com os dois em Porto Alegre e sobreviveu por ter embarcado para São Paulo em outro vôo, da Gol.
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| Janus Lucas Leite Silva, 26
| Era funcionário da empresa Petroquímica Brasileira Braskem, empresa localizada no Pólo Petroquímico de Camaçari, e viajava a trabalho.
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| Jaqueline Dias, 41
| Estava indo para São Paulo para se encontrar com o marido. Deixou a filha Marina, de 22 anos.
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| João Roberto Brito
| Diretor geral do SBT no Rio Grande do Sul.
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| João Caltabiano, 40
| Tinha sociedade, ao lado do irmão, Pedro, que também estava no vôo, nas concessionárias Caltabiano, em São Paulo. Viajavam com o diretor Ciro Numada.
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| João Valmir
| Era funcionário da uma loja de móveis e eletrodomésticos.
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| José A. Flores Amaral, 63
| Diretor-presidente da Carroll's Foods do Brasil, viajava para São Paulo para encontrar mulher e filho. Morava em Campo Grande (MS).
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| José Carlos de Oliveira
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| José Carlos Pinheiro Pierucetti
| Integrante da equipe de desenvolvimento de mercado da Braskem em São Paulo, era casado com a dentista capixaba Dirlene de Oliveira Reis.
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| José Lima Luz, 60
| Natural de Cruz Alta (RS), morava há oito anos em Londrina. Não tinha filhos.
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| José Pinto, 53
| Gaúcho de São Gabriel, era gerente comercial do SBT no Sul. Era casado e tinha três filhos.
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| Julia Camargo, 79
| Era presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio Grande do Sul. Deixou um filho, casal de netos e uma bisneta.
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| Julia Elizabete Gomes, 10
| Moradora de São José do Rio Preto, viajava com a avó Maria Elizabeth Caballero, 65, e a irmã, Maria Isabel Gomes, 14. Tinha passado as férias em Portoa Alegre.
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| Julio Cesar Redecker, 51
| O deputado (PSDB-RS), líder da minoria na Câmara, pegaria outro vôo em São Paulo para uma viagem aos EUA, onde faria reuniões com parlamentares norte-americanos.
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| Katia Escobar
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| Funcionária de uma empresa de Porto Alegre, viajava a negócios.
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| Larissa Ferraz, 13
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| Leila Maria Oliveira dos Santos, 35
| Estudante de pedagogia, nasceu em Santa Maria, onde trabalhava como voluntária em uma ONG.
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| Filho de Jamile Ponce Leão, empresária de 21 anos.
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| Médica oncologista, foipremiada pela American Society of Clinical Oncology, de Chicago, pela tese de mestrado desenvolvida na UFRGS.
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| Lisiane Schubert
| Viajava a São Paulo com o marido Sandro Schubert. O casal era de Ijuí (RS) e deixa um filho de 5 anos.
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| Fã de futebol, namorava com Paula Xavier, que também estava no avião. Os dois foram passar uma semana de férias em Gramado.
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| Luciana Siqueira Lana Angelis
| Moradora de São Paulo, trabalhava para Aymoré Financiamentos.
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| Luis Schneider
| Viajou para Porto Alegre para vistoriar uma obra. Era gerente de tecnologia e morava em São Paulo.
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| Luiz Baruffaldi, 54
| Casado e pai de três filhos, era gerente de serviços financeiros no Grupo Gerdau, onde trabalhava desde julho de 1975.
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| Luiz Luz, 43
| Era pastor evangélico da Assembléia de Deus, em Ivoti. Viajava para Minas Gerais, para participar de um congresso. Casado, tinha dois filhos.
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| Luiz Zacchini, 41
| Diretor de divulgação e imprensa do Sindicato dos Técnicos Científicos do Rio Grande do Sul (Sintergs).
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| Marcelo Marthe, 32
| Era coordenador de negócios da área de tintas automotivas de uma empresa em Ribeirão Preto. Estava em Porto Alegre a negócios.
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| Marcelo Palmieri
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| Marcelo Pedreira, 40
| Funcionário da Siemens em São Paulo, foi a Porto Alegre a trabalho. Deixa mulher e dois filhos.
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| Marcelo Stelzer, 39
| Seu vôo estava marcado para mais tarde, às 19h30, mas como chegou cedo no aeroporto acabou conseguindo vaga no vôo 3054.
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| Marcio Alexandre de Moraes
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| Cassio Vieira Servulo Da Cunha
| Advogado, viajava a trabalho. Deixa mulher e dois filhos.
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| Catilene Oliveira, 35
| Secretária do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio Grande do Sul, deixou dois filhos e marido.
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| Christine Souza, 34
| Formada em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, era engenheira da Sulgás. Viajava a São Paulo para fazer um curso pela empresa.
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| Ciro Numada
| Viajava a negócios com os irmãos Pedro e João Caltabiano.
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| Claudemir Buzzanelli Arriero, 41
| O engenheiro químico da Dow Química estava a trabalho em Porto Alegre quando adiantou a volta a São Paulo. Ele deixou um filho de 21 anos e uma filha de 14.
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| Clove Mendonça Junior, 42
| Diretor do aeroclube de Santa Maria, morava em São Gabriel e era instrutor de pára-quedismo. Era funcionário da TAM.
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| Decio Tevola
| Era gerente de vendas de uma empresa de telefones celulares.
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| Demetrio Travessa, 46
| Engenheiro mecânico formado pela Poli-USP, era secretário executivo da IPD-Maq ((Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Indústria de Máquinas), da Abimaq. Deixa a mulher Circe Maria Travessa.
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| Denilson Lopes Costa, 29
| Era casado com Vanderlice Jardim, 29, e era pai de Caio, de nove anos.
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| Deolinda Magaly Victor Fonseca, 67
| Viajava com a irmã, Remy, e a filha Carmem.
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| Diogo Casagrande Salcedo, 25
| Estudava para ser piloto da TAM. Saiu de Porto Alegre para fazer a última prova para ser admitido na empresa.
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| Douglas Teixeira, 31
| Era gerente comercial e estava em Porto Alegre a trabalho.
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| Edmundo Smith
| Nascido no Rio de Janeiro, o engenheiro florestal morava em Minas Gerais com a família.
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| Eduardo Mancia, 60
| Nascido em Curitiba, era casado com Lídia Mancia.
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| Elcita Ramos, 75
| Integrante do Sindicato dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas do Rio Grande do Sul, fazia parte do "grupo de tricoteiras dos precatórios".
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| Elenilze Ferraz, 42
| Psicóloga, estava em férias na Serra Gaúcha com o marido e os filhos, também mortos no acidente.
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| Eliane Dornelles, 33
| Deixou os filhos Vinicius e Eduarda. Viajou para São Paulo a trabalho.
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| Elida Dembinski, 55
| Aposentada, nasceu em Santa Maria (RS).
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| Emerson Freitag, 33
| Emerson e a mulher haviam passado uma semana de férias em Gramado (RS). Se despediram no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, na terça-feira (17). De lá, pegaram destinos diferentes. Ele veio a SP para depois seguir a MG, onde tinha compromisso profissional.
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| Enrico Shiohara, 31
| Retornava para São Paulo depois de uma reunião de negócios em Porto Alegre. Era casado.
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| Esio Freitas, 24
| Analista de sistemas de uma empresa contratada pela Petrobras, planejava se casar com a namorada no final do ano.
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| Fabiana Amaral, 32
| Advogada, estava grávida de cinco meses. Era casada com o advogado Ricardo Ferra e morava em Porto Alegre.
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| Fabiano Rosito Matos, 30
| Morava em São Paulo há sete anos, onde trabalhava como administrador financeiro.
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| Fábio Costa Balsells
| Administrador de empresas cearense, estava a trabalho em Porto Alegre.
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| Fábio Marques
| Era um dos diretores da Companhia de Tecidos Norte de Minas (Coteminas). Morava em Montes Claros (MG).
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| Fabio Velloza, 36
| Advogado, viajou a Porto Alegre para dar duas aulas de direito.
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| Fatima Santiago, 42
| A nutricionista da Macro Atacado foi a Porto Alegre a trabalho. Divorciada, ela deixou dois filhos.
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| Felipe Fratezi, 27
| O engenheiro completaria 28 anos no dia 20/07. Tinha planos de se casar em 2008.
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| Fernando Antonio Laro Oliveira, 53
| Engenheiro elétrico em Canoas (RS), deixou mulher e duas filhas.
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| Fernando Marques
| Dono de uma empresa de artes gráficas.
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| Fernando Fleck Pessoa, 21
| Aluno de medicina da UFRGS, viajava com a avó para Fortaleza para ver os pais.
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| Fernando Volpe Estato, 35
| Natural de Bebedouro (SP), tinha viajado para Pelotas a trabalho. Morava em São Paulo. |
| Passageiro
| Quem era
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| Adelaide Moura, 75
| Adelaide viajava a SP para participar do lançamento do Movimento Nacional contra o Calote Público.
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| Akio Iwasaki, 70
| Estava há mais de 30 anos na mesma empresa. Filho de imigrantes do Japão, deixa mulher, casal de filhos de dois netos.
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| Alanis Andrade, 2
| Viajava com os pais, Márcio e Melissa Andrade, e o tio, André Donan. Eles moravam em Birigüí (SP).
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| Alejandro Camozzi, 31
| Viajava para São Paulo a trabalho, onde encontraria sua esposa brasileira e sua filha de apenas 1 ano. Morava no Brasil desde 1999.
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| Alexandre Goes
| O engenheiro, que trabalhava e morava em São Paulo, deixa um filho.
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| Ana Carolina Cunha, 10
| Viajava com toda a família, que tinha viajado ao RS para conhecer Gramado.
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| Anderson Cassel, 32
| Era gerente de suprimentos da Mercur. Deixou mulher e filha.
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| André Donan
| Viajava com o cunhado, Márcio Andrade, a irmã, Melissa de Andrade, e a sobrinha, Alanis Andrade, de 2 anos.
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| Andrea Seiczkowski, 39
| Casada e mãe de dois filhos, era gerente de recursos humanos da Gerdau Sul, onde trabalhava desde julho de 1999.
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| Andrei François Mello, 42
| Casado, era consultor de marketing no Grupo Gerdau, onde trabalhava desde abril de 1992.
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| Angela Haensel, 51
| Era psicóloga e sócia da consultoria Movimento Perfeito. Deixou uma filha, Luciana.
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| Antonio Carlos Araujo de Souza, 56
| Professor e diretor do Instituto de Geriatria e Gerontologia da PUC-RS, o médico desembarcaria em Congonhas e pegaria outro avião para Brasília, onde participaria de reuniões no Ministério da Justiça. Deixa mulher e três filhos.
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| Arthur Souto Maior de Queiroz, 28
| O funcionário da Eletropaulo havia viajado a trabalho a Uruguaiana (RS), onde a empresa tem negócios, e voltava para São Paulo, onde estava morando desde que havia deixado Recife (PE).
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| Attilio Bilibio, 62
| O empresário era dono da Medabil Sistemas Construtivos e vice-presidente do Centro das Indústrias do Estado (Ciergs), do Rio Grande do Sul.
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| Bruna De Villi Chaccur, 27
| Havia ido a Porto Alegre para uma audiência e estava voltando para a capital paulista. Deixou o marido e uma filha de três anos.
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| Bruno Ferraz, 3
| Fazia parte de uma família que morreu inteira no acidente: seu pai, Ricardo Almeida Ferraz; a mãe, Elenize da Silva Ferraz; e a irmã, Larissa Almeida Ferraz. Estavam de férias na Serra Gaúcha.
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| Bruno Lima Nascimento, 21
| Estudante do sexto semestre de Direito, tinha viajado para o Rio Grande do Sul a trabalho.
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| Caio Augusto Bueno Dal Prata, 12
| Depois de passar as férias com a irmã Rafaella na casa do avô, em Porto Alegre, voltava para São Paulo. Estava na 7ª série.
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| Caio Felipe Cunha
| Viajava com toda a família, que era de Natal. Morreram no acidente também seu pai, mãe e irmã.
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| Carla Fioratti
| Enfermeira e pesquisadora clínica, viajava a São Paulo a trabalho.
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| Carlos Alberto Andriotti
| Pai das gêmeas Isadora e Vitória, de seis anos, viajava para São Paulo por causa de uma reunião de trabalho.
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| Carlos Rockemback
| Sócio-diretor de uma indústria de plásticos de Caxias do Sul, ia visitar um cliente em São Paulo. Deixa mulher e dois filhos.
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| Carlos Zanotto, 46
| Superintendente da cooperativa vinícola Aurora, em Bento Gonçalves (RS). Deixou a mulher, Sandra Zanotto.
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| Carmen Luisa Victoria Fonseca, 50
| Trabalhava em uma ONG de atendimento a crianças carentes. Junto com ela iam sua mãe, Deolinda, e sua tia, Remy | ARTIGO retirei da Folha on-line
Tributo a uma princesa morta
LUIZ CARLOS SELL ESPECIAL PARA A FOLHA
Mariana foi condenada à morte. Condenada e executada sem chance de qualquer defesa. Seu crime? Ela teve a audácia de desafiar a incompetência, imprevidência, irresponsabilidade e descaso das nossas autoridades dirigentes, dos órgãos (ir)responsáveis, de um presidente da República tíbio e oscilante na resolução de um problema que todo cidadão medianamente informado tem como resolver. Mariana comprou uma passagem aérea no vôo 3054 da TAM. Comprou assim a sua pena capital. Voou até Porto Alegre para uma entrevista com a finalidade de assumir um emprego numa ONG internacional, cujo objetivo é a defesa dos direitos humanos no planeta. Mariana era advogada, especialista em direito internacional na área de meio ambiente e intransigente na defesa da água como direito da humanidade. Tinha um currículo invejável e era respeitada internacionalmente em vários países onde proferiu conferências, publicou trabalhos e participou dos grandes colóquios sobre o assunto. Não voltou para casa. Foi executada criminosamente junto com aproximadamente 180 pessoas ao embarcar em um avião que previamente se sabia ser portador de um defeito mecânico. A pergunta que sempre fica nessas circunstancias é: DE QUEM É A CULPA? Infraero, Anac, Cindacta, Decea, FAB, ministros, presidente Lula, companhias aéreas? Essas são algumas das entidades (ir)responsáveis pela aviação civil no país. Onde estão as autoridades dirigentes que, há nove meses, desde o acidente aéreo com o avião da Gol, vêm assistindo à crises sucessivas no setor aéreo, constituindo-se no caos administrativo, cujo resultado são os péssimos serviços oferecidos àqueles que por ventura necessitam utilizá-los? Fruto do progresso, do desenvolvimento, ministro Mantega? Relaxar e gozar ou, mais apropriadamente, relaxar e morrer, sexóloga Marta Suplicy? Bem, não é culpa do governo e, sim, da companhia aérea. Que se fo..., não é ministro Marco Aurélio Garcia? E o que acha disso tudo o presidente Lula? A sociedade brasileira precisa dar um basta a esta situação. Somente nosso grito pode acordar os torporosos dirigentes. Não há comando. Estamos ao sabor da procela. Quero neste momento de dor me solidarizar com os familiares das vítimas desta catástrofe. Unidos, nosso grito de dor e de revolta será mais forte. A minha princesa Mariana, estou certo de que encontrou a paz. Condenaram-na à morte e a executaram. A linda pessoa que era, cheia de vida e projetos, devolveram-me sob a forma de um pedaço de carvão. Que a morte dela não tenha sido em vão. Suscito a todos que lerem este texto que lutem e mostrem sua indignação com os fatos ocorridos, para que outras pessoas não paguem com suas vidas pelo descaso e o desrespeito das autoridades. Adeus, minha princesa. Deus está contigo. Nós te amamos.
LUIZ CARLOS SELL é pai de Mariana Suzuki Sell, passageira do vôo TAM JJ 3054. retirei da Folha on-line
- o PAC reserva para reforma dos aeroportos 3bilhões mesmo sabendo que apenas para os aeroportos de São Paulo necessita de mais de 7bilhões
- hoje mais uma reaçào de desrespeito do governo: comemoração de acessores de imprensa do governo ao saber que o aviào teria o reverso com problema, como se todos os brasileiros nào soubesse que ainda assim a responsabilidade do governo permance.
Sofremos e choramos por conseqüência do modelo petista de gerenciar. O país está nas mãos de governantes que tem dificuldade de reconhecer suas falha e fazer auto-analise. Todo petista é assim. A verdade esta na cara e eles não reconhecem. Escondem, mentem, discursam e bravejam-se como vitimas de complôs e se sentem coitados nas situações que eles cometem erros.
Se forem vaiados, se dizem tristes e magoados. Deveriam parar para refletir o porque da reprovação, mas não! o petista, o bom petista é soberbo demais para reconhecer que não é aceito.
Assistimos diariamente isso na política. São corruptos que permanecem no governo, irmãos de uns e tantos outros sentam nas poltronas do poder.
Mas, e agora?!
Estamos perdendo vidas.! Brasileiros!.
E eles lá. Fazendo deboche, nos mandando RELAXAR E GOZAR. Negam falta de investimento, entregam obras inacabadas, com pistas de pouso incompleta.
Estão lá. Escondidos.
Há 3 dias do acidente e nenhum representante, nenhum responsável por entidades da aviação nacional aparece. Todos em silêncio, escondidinhos..
É bom que toda imprensa exponha o choro, os gritos de dor, dessas perdas humanas.
É necessário que se transmita para todas as direcoes nossa revolta.
É bom que o mundo veja a incompetência de nossos governo.
Será que eles dormem a noite ouvindo esse choro. Lembrando do grito de dor daquele homem ao ouvir o nome de seu familiar?
O desespero daquela mulher no chão ao confirmar a perde de seus dois filhos?
Será?
Será que eles ainda vão nos mandar RELAXAR E GOSAR?
Estamos de luto. E eles? Estão lá. Caladinhos. Fazendo pesquisa para divulgar que não houve prejuízo em sua imagem política.
Amanha nosso presidente promete falar.
Vamos ver!
acidente do avião TAM
TRISTEZA
VERGONHA
Transiçào Nutricional
- o Brasil passa por mudança no seu perfil nutricional onde a desnutrição tem sido substituida pela obesidade progressivamente
- as pesquisas mais recentes (INCA) mostram que esse evento acontece em todas as regiões do país, desde a de menor poder econômico ate as de melhor poder ecônomico
- os índices atuais indicam que a menor prevalência em excesso de peso entre os adolescentes varia do mais baixo (11%) na cidade do Natal no nordeste brasileiro ao mais alto na cidade do Rio de Janeiro (23,4%)
- a razào para o crescente aumento da obesidade infantil é o maior consumo de alimentos ricos em gorduras e a diminuição da atividade física decorrente da urbanização onde as crianças nao tem espaço para praticar suas atividades e brincadeiras e se mantem em apartamentos diante de TV e games na maior parte do tempo de seus dias
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